Contributor Sets Gallery
Selected Panos of Düsseldorf Airport, Germany
Created 30/09/2022 by Sebastian Fiebak
Erfurt is the capital of the German state Thuringia. It has one of the best preserved historic city centers in all of Germany.
Created 11/09/2022 by Michael von Aichberger
Pictures taken at or near sunrise or sunset
Created 28/08/2022 by Wayne Drzewiecki
Luta épica de pistolas de água - 22 de Julho de 2022 - 15h - Lisboa
Created 02/08/2022 by Luis Silva
Some places of Germany
Created 07/06/2022 by Rolf Ris
a little paradise in the Atlantic Ocean
Created 07/06/2022 by Rolf Ris
A set of pictures taken with Sony 12-24 f/4
Created 26/05/2022 by Flavio Di Mattia
Visualização de limites de propriedades para efeito de venda. Serviço de visuzalização 360º
Created 24/03/2022 by Santiago Ribas - 360portugal
Pesquisas mais recentes levaram a crer que no local onde se encontra a actual cidade os Lusitanos possuiriam a cidade de Lancia Oppidana, possivelmente destruída pelos Visigodos no século V, que ali fundaram Ward – também identificada como a Fortaleza de Tintinolho, construída por Afonso Magno de Leão, no século IX. Durante muito tempo se pensou que um povoado lusitano, Egitânia, teria sido situado na cidade da Guarda; tal crença ainda se revela no gentílico «Egitanienses» (que pouco a pouco cede terreno ao «Guardenses», cada vez mais em uso).
Na Idade Média, a Guarda possuía as fortificações mais sólidas do Reino, estando situada numa zona de fronteira com Castela e Leão e também na zona de acesso à Serra da Estrela. Do castelo da Guarda, construído no ponto mais elevado da cidade (de acordo com os princípios básicos de estratégia defensiva) podemos avistar outros castelos que constituíam a malha defensiva da região: o Castro do Jarmelo (ocupado na Idade Média), Celorico da Beira, Trancoso, entre outros.
O desenvolvimento da cidade foi acompanhando o da nacionalidade portuguesa. À medida que avança a Reconquista até à linha do Mondego - sendo a conquista da cidade de Coimbra (em 1064) um marco importante - tornou-se importante reforçar a defesa militar do novo Reino, não só a Sul, onde os Almóadas tentavam recuperar território, mas também a Leste, onde o Reino de Leão procurava acrescentar território. O repovoamento era uma parte importante deste processo de reforço, não só das fronteiras mas também das portelas naturais, sendo instaladas pequenas comunidades com fortificações em locais estratégicos. Devido à sua importância em termos de estratégia militar, D. Sancho I atribuiu à Guarda em 1199 o foral, para lhe permitir tornar-se um centro administrativo e de comércio. Pensa-se que antes disso, a Guarda seria apenas uma pequena comunidade guardada por uma pequena atalaia ou torre (também chamada «guarda»). Para a sua crescente grandeza e importância estratégica contribuiu a construção do castelo, pelo Rei Povoador, no primeiro quartel do século XIII.
Pouco depois de fundada a cidade, foi transferida para ela a antiga catedral de Egitânia (actual Idanha-a-Velha), fundada em meados do século VI e abandonada após a invasão muçulmana do século VIII. Foi seu primeiro bispo D. Martinho, em 1203. A dignidade de cidade episcopal foi concedida a pedido de D. Sancho I pelo Papa Inocêncio III.
Created 28/12/2021 by Santiago Ribas - 360portugal
Este burgo amuralhado, com ocupação humana desde a pré-história, desenvolveu-se sobretudo no período medieval a partir de dois eixos: um eixo militar e um eixo religioso. Após a sua reconquista aos mouros, o primeiro rei de Portugal doou-o à sua filha D. Teresa, que em 1180 lhe atribuiu o primeiro foral e o seu escudo de armas, dando origem ao brasão de Ourém.
No decurso da elevação da vila a cabeça de condado, o terceiro conte, D. Nuno Álvares Pereira, e sobretudo o quarto conde D. Afonso (seu neto e neto do rei D. João I), imprimiu-lhe grande fulgor. Este ilustre do século XV foi responsável pela construção e consolidação dos principais monumentos do burgo.
Ali instituiu a colegiada e erguei o paço dos condes de Ourém para instalar a sua residência. Este monumento nacional, composto por uma torre central de dois torreões, espalha a presença, já então do transnacionalismo de Ourém e a visão vanguardista de D. Afonso, que lhe imprimiu influências da arquitetura norte-africana e italiana. Este 4º conde recuperou o castelo de Ourém, composto por três torres, cujo recinto acolhe uma cisterna que conserva água durante o ano interior, sobressaindo ainda a torre de D. Mécia, onde a rainha terá estado retida, devido ao que aconteceu durante o reinado de D. Sancho II. Quando o rei casou com D. Mécia Lopes de Haro, os partidários do infante D. Afonso, preocupados com a possibilidade de vir a advir algum descendente ilegítimo desta união, decidiram raptá-la e encarcerá-la nessa torre, onde permaneceu até se retirar para Castela, onde continuou a intitular-se de rainha de Portugal, até à sua morte. Construiu ainda a fonte gótica, um belo exemplar do gótico em Portugal, na qual as invasões francesas deixaram marcas da sua passagem por Ourém ao decapitarem a cabeça da águia que integra o brasão de armas.
Created 26/12/2021 by Santiago Ribas - 360portugal
Este burgo amuralhado, com ocupação humana desde a pré-história, desenvolveu-se sobretudo no período medieval a partir de dois eixos: um eixo militar e um eixo religioso. Após a sua reconquista aos mouros, o primeiro rei de Portugal doou-o à sua filha D. Teresa, que em 1180 lhe atribuiu o primeiro foral e o seu escudo de armas, dando origem ao brasão de Ourém.
No decurso da elevação da vila a cabeça de condado, o terceiro conte, D. Nuno Álvares Pereira, e sobretudo o quarto conde D. Afonso (seu neto e neto do rei D. João I), imprimiu-lhe grande fulgor. Este ilustre do século XV foi responsável pela construção e consolidação dos principais monumentos do burgo.
Ali instituiu a colegiada e erguei o paço dos condes de Ourém para instalar a sua residência. Este monumento nacional, composto por uma torre central de dois torreões, espalha a presença, já então do transnacionalismo de Ourém e a visão vanguardista de D. Afonso, que lhe imprimiu influências da arquitetura norte-africana e italiana. Este 4º conde recuperou o castelo de Ourém, composto por três torres, cujo recinto acolhe uma cisterna que conserva água durante o ano interior, sobressaindo ainda a torre de D. Mécia, onde a rainha terá estado retida, devido ao que aconteceu durante o reinado de D. Sancho II. Quando o rei casou com D. Mécia Lopes de Haro, os partidários do infante D. Afonso, preocupados com a possibilidade de vir a advir algum descendente ilegítimo desta união, decidiram raptá-la e encarcerá-la nessa torre, onde permaneceu até se retirar para Castela, onde continuou a intitular-se de rainha de Portugal, até à sua morte. Construiu ainda a fonte gótica, um belo exemplar do gótico em Portugal, na qual as invasões francesas deixaram marcas da sua passagem por Ourém ao decapitarem a cabeça da águia que integra o brasão de armas.
Created 26/12/2021 by Santiago Ribas - 360portugal
Este Convento de S.Francisco teve inicio em 1245. O terreno onde foi construído, conhecido como Redondela, foi oferecido por um devoto comerciante portuense. Foi aqui no Porto que os Franciscanos mais dificuldades passaram para construir o seu mosteiro. As disputas por parte do Bispo do Porto foram duras, a tal ponto que os Fransciscanos aceitaram uma proposta para sair do Porto e fundar o Mosteiro do lado de Gaia. A Bula Papal de Inocêncio V em 1224 ordenou que o lugar de Miragaia fosse restaurado para eles. Foi reconstruída entre 1383 e 1410, em estilo gótico mendicante : Três naves, com cruzeiro saliente, embora menor do que a nave central e capela-mor mais baixa do que o transepto. Capelas da cabeceira poligonais, cobertura geral de estrutura de madeira. O templo franciscano tem caracter público, abrindo as suas portas a todos os acontecimentos sociais e políticos. D.João I escolheu aqui ficar durante o casamento com Filipa de Lencastre em Leça do Balio. Nos séculos XV e XVI, algumas famílias escolhem esta igreja como seu panteão. Durante os séc. XVII e XVIII o interior foi totalmente coberto com talha dourada, e foi construído o seu coro alto. Em 1833, no final do cerco do Porto um incendio destruiu o claustro, e parcialmente a igreja. A fachada foi reconstruída, sendo apenas a rosácea do templo original.
Created 26/12/2021 by Santiago Ribas - 360portugal
O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, começou a ser construído em Outubro de 1842, em virtude do encerramento da Casa da Bolsa do Comércio, o que obrigou temporariamente os comerciantes portuenses a discutirem os seus negócios na Rua dos Ingleses, em pleno ar livre. Com uma mistura de estilos arquitectónicos o edifício apresenta em todo o seu esplendor, traços do neoclássico oitocentista, arquitectura toscana, assim como o neopaladiano inglês.
Sede da Associação Comercial do Porto, serve agora para os mais diversos eventos culturais, sociais e políticos da cidade. O Salão Árabe detém o maior destaque de todas as salas do palácio devido, como o nome indica, a estuques do século XIX legendados a ouro com caracteres arábicos que preenchem as paredes e tecto da sala. É neste salão que tem lugar as homenagens a chefes-de-estado que visitam a cidade.
Created 26/12/2021 by Santiago Ribas - 360portugal
No século XII foi construida neste lugar uma ermida/santuário mariano, dedicado a Nossa Senhora da Pena. Em 1503 D. Manuel !, desenvolveu e enraizou o culto neste lugar, sendo construído, por ordem deste rei, um convento destinado à Ordem de São Jerónimo (Estamos na época do arranque da construção do Mosteiro dos Jerónimos em Belém) Entre 1503 e 1511 é erguido um edifício em madeira , seguido de um outro, mas em cantaria (1511). Data desta primeira época do convento, o claustro tardo-gótico, e o magnífico retábulo renascentisca em alabastro que se conserva na capela do palácio. Concebido entre 1528 e 1532 pelo escultor francês Nicolau de Chancerenne, com figuração escultórica inspirada no Novo Testamento, destacando-se as cenas da infância de Cristo. Em 1838 quando D.Fernando II compra o imóvel este se encontrava em ruins, em parte pelo terramoto de 1755. D.Fernando II é de origem germânica, pelo que decide restaurar e ampliar o que restava do antigo mosteiro dentro do estilo revivalista em voga nos finais do séc. XIX. O arquitecto Eschwege inspira-se naturalmente nos elementos do neo-gótico germanico, e outros da arquitectura oriental. Após a morte de D.Fernando II, o palácio é adquirido pelo rei D.Carlos. A rainha D.Amélia vive aqui até ao final da monarquia em 1910. Representa uma das principais expressões do Romantismo arquitectónico do século XIX no mundo, constituindo-se no primeiro palácio nesse estilo na Europa, erguido cerca de 30 anos antes do Castelo de Neuschwanstein, na Baviera.
Created 26/12/2021 by Santiago Ribas - 360portugal